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Punk Hazard Studios assina after party especial da 20ª edição do Festival Panorama Internacional Coisa de Cinema

Punk Hazard Studios assina after party especial da 20ª edição do Festival Panorama Internacional Coisa de Cinema

Por Redação

31/03/2025 às 08:30

Imagem de Punk Hazard Studios assina after party especial da 20ª edição do Festival Panorama Internacional Coisa de Cinema

Foto: Reuter Queiroz

Pelo segundo ano consecutivo, o Punk Hazard Studios, especialista em pós-produção de som para cinema, games e publicidade, realiza o after party oficial do Festival Panorama Internacional Coisa de Cinema. O evento acontece no próximo dia 5 de abril, a partir das 22h, no rooftop do Cine Glauber Rocha, reunindo profissionais e amantes do audiovisual em uma celebração especial.A festa faz parte da programação da 20ª edição do Festival Panorama Internacional Coisa de Cinema, que acontece de 2 a 9 de abril, em Salvador e Cachoeira. Consolidado como um dos principais festivais culturais da Bahia, o Panorama promove encontros entre o público e filmes nacionais e internacionais, além de abrir espaço para realizadores baianos.

Realizado anualmente no Centro Histórico de Salvador, o festival se destaca por suas mostras dedicadas ao cinema de animação, produções brasileiras e homenagens a cineastas, fortalecendo a cultura local e incentivando um olhar crítico sobre o audiovisual. 

Ao todo, 62 títulos, entre longas e curtas-metragens, participam das seletivas baiana, nacional e internacional do festival. Entre eles, seis filmes contam com produção sonora do Punk Hazard Studios: ‘Meu Pai e a Praia’, dirigido por Marcos Alexandre; ‘A menina que queria voar’, de Tais Amordivino; ‘Ataques Psicotrônicos’, de Calebe Lopes; ‘Borderô’, de Hilda Lopes Pontes e Klaus Hastenheiter; ‘Vovó foi pro céu’, também de Hilda Lopes Pontes e Klaus Hastenheiter; e ‘Volta ao mundo, Kamará’, de Eduardo Tosta e Karol Azevedo.

Fundado em 2018 pelos irmãos Mateus Aragão e Filipe Pires, o estúdio Punk Hazard atua desde o conceito sonoro, manipulação de áudio, desenvolvimento de desenho de som, efeitos sonoros e composição de música. E para eles, essa edição tem um gostinho especial. "Este ano, estamos participando do festival com seis projetos na competição, o dobro do ano passado, quando tivemos três. Desde o início da nossa empresa, marcamos presença no evento, e este ano atingimos um recorde. Isso diz muito sobre o futuro da indústria em um momento de intensas discussões sobre leis de incentivo e editais. Para além dos apoios, o networking é essencial para avançar em iniciativas promissoras, como o nosso after”, conta.

Filipe reforça que o after, vai além do audiovisual e se consolida como um encontro cultural mais amplo.”O after extrapola a celebração do audiovisual. Ele acontece nesse contexto, mas traz outras vertentes porque conectamos diferentes setores e iniciativas. Temos parcerias com aceleradoras reconhecidas, clientes da área de games, publicidade e com aceleradoras que valorizam o incentivo à cultura e o fortalecimento do movimento negro. Não é apenas sobre a festa em si – ao longo do ano, coletamos feedbacks e fomos estruturando ações que fazem sentido para esse ecossistema, ampliando as possibilidades de conexão e troca."

 

De acordo com Mateus Aragão, a evolução do Panorama caminha junto com o crescimento do estúdio. O projeto nasceu do esforço de duas pessoas vindas do interior, que se estabeleceram em Salvador e, hoje, estão cada vez mais inseridas no circuito da economia criativa, fomentando o cinema. No ano passado, levaram produções para Jequié e, agora, buscam ampliar essa rede, trazendo outros idealizadores da cidade para o Panorama. “A gente começou com um filme e, hoje, estamos participando do festival com seis. São produções em que assinamos parte do som, entre trilhas e mixagens. Um dos destaques é Volta ao Mundo, Kamará, um documentário muito importante para Salvador, porque coloca o berimbau como o centro de uma orquestra, algo inédito. O filme conta a história do Neojiba, um projeto que já se apresentou nas principais salas de concerto do mundo, e mostra como a nossa cultura pode dialogar com o cenário musical global de uma maneira inovadora”, reforça Aragão.

Para agitar o público presente, o after contará com a discotecagem do DJ e produtor musical Akani, um artista que luta pela valorização da cultura afro-brasileira através da música. Além disso, haverá pocket shows de Salta, representante da cena independente da Bahia que mistura o melhor do trap, e Biel Gomez, artista que em suas obras, mistura drill de Chicago com a força da música afro para refletir sobre racismo e preconceito, com ritmos e canções que destacam o protagonismo negro.

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