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Cantor Netinho é diagnosticado com câncer do sistema linfático

Cantor Netinho é diagnosticado com câncer do sistema linfático

Por Robson Cobain

24/03/2025 às 09:16

Atualizado em 25/03/2025 às 10:15

Imagem de Cantor Netinho é diagnosticado com câncer do sistema linfático

Um boletim médico divulgado no site oficial do cantor Netinho, no sábado (22), informou que o mesmo foi diagnosticado com câncer do sistema linfático. O comunicado é assinado pela diretoria médica do Hospital Aliança Star, em Salvador, e detalha que após a descoberta do linfoma, o artista está com "acompanhamento onco-hematológico", sob coordenação da médica Glória Bonfim, além de garantir que ele segue com suporte médico especializado.


No documento, a unidade informa que Netinho recebeu alta hospitalar. A nota não informa o estágio da doença ou demais detalhes sobre o tratamento. 


Netinho deu entrada no Hospital Aliança Star no dia 25 de fevereiro, após sentir fortes dores nas pernas. Na ocasião, o artista teve que cancelar os shows agendados para o período do Carnaval, que seria fora de Salvador. No dia seguinte, o cantor relatou nas redes sociais que sentiu dores nas costas e dificuldades para andar após fazer três shows no fim de semana, em cidades de Pernambuco e Alagoas.


Em seu relato nas redes, Netinho informou que foi orientado por seu médico, Dr. Paraná, a se internar, por conta dos problemas de saúde que teve em 2013. "Meu médico, Dr. Paraná, quando me examinou, pediu para me internar porque ele disse que tenho o corpo muito mexido pela medicina por causa de tudo que eu passei em 2013", disse ele.


 


Sobre o Linfoma


De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), Linfoma ou Doença de Hodgkin é um tipo de câncer que se origina no sistema linfático, conjunto composto por órgãos (linfonodos ou gânglios) e tecidos que produzem as células responsáveis pela imunidade e vasos que conduzem essas células através do corpo.


O linfoma de Hodgkin tem a característica de se espalhar de forma ordenada, de um grupo de linfonodos para outro grupo, por meio dos vasos linfáticos. A doença surge quando um linfócito (célula de defesa do corpo), mais frequentemente um do tipo B, se transforma em uma célula maligna, capaz de multiplicar-se descontroladamente e disseminar-se. A célula maligna começa a produzir, nos linfonodos, cópias idênticas, também chamadas de clones. Com o passar do tempo, essas células malignas podem se disseminar para tecidos próximos, e, se não tratadas, podem atingir outras partes do corpo. A doença origina-se com maior frequência na região do pescoço e na região do tórax denominada mediastino.


A doença pode ocorrer em qualquer faixa etária; porém é mais comum entre adolescentes e adultos jovens (15 a 29 anos), adultos (30 a 39 anos) e idosos (75 anos ou mais). Os homens têm maior propensão a desenvolver o linfoma de Hodgkin do que as mulheres.


A incidência de casos novos permaneceu estável nas últimas cinco décadas, enquanto a mortalidade foi reduzida em mais de 60% desde o início dos anos 1970 devido aos avanços no tratamento. A maioria dos pacientes com linfoma de Hodgkin pode ser curada com o tratamento disponível atualmente.


 

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