Cinema

Crítica: filme "Uma Nova Chance", com Jennifer Lopez

07 de Fevereiro de 2019 -Redação
[Crítica: filme

Filme com Jennifer Lopez amontoa vários assuntos, não desenvolve nenhum, mas consegue divertir em alguns momentos

E mais uma Diva Pop aparece nas telonas. Dessa vez, Jeniffer Lopez. E, diga-se de passagem, muito experiente como atriz, a norte-americana tem um currículo bem recheado em produções cinematográficas. Dá um Google.

Agora protagonizando o filme “Uma Segunda Chance”, a atriz participa de uma trama que conta a história de Maya, uma mulher de meia idade que trabalha em um supermercado, mas que se vê sem expectativas de crescimento profissional na empresa por não ter formação acadêmica, mesmo que suas excelentes experiências e currículo com a prática a coloquem na frente de muitos outros profissionais com diploma. Estas cenas iniciais são apenas as chamadas para a trama principal, onde ela, com ajuda de seu afilhado, inicia uma jornada baseada em um currículo falso em uma das maiores empresas de cosméticos do país. E isso não é um spoiler, está no trailer. (Kkkk).

Contratada nesta grande empresa, com um super cargo, ela vê sua vida mudar completamente. E é aí que se desenrola a trama do filme. Ou pelo menos, deveria.

O diretor Peter Segal, que assina outras grandes produções cinematográficas como “Agente 86” e um dos mais conhecidos “Como Se Fosse a Primeira Vez”, além de outros, se vê agora com a difícil missão de dirigir um filme que parece ter sido escrito para uma série, devido quantidade de tramas a serem desenvolvidas ao longo do filme. Qual a trama principal do filme? Várias. E no final não desenvolvem bem nenhuma delas.

Machismo empresarial, descaso às experiências de profissionais mais velhos, dramas familiares e até sustentabilidade são alguns dos tantos assuntos amontoados de uma vez, sem que haja tempo para desenvolver nenhum deles. Quando você acha que vai chorar com uma cena dramática, o filme corta para outro assunto totalmente diferente. E por aí vai...

No final das contas, a comédia que fica por conta de alguns personagens, principalmente a personagem Joan (Leah Remini), que interpreta a melhor amiga e comadre de Maya (JLoh, para os íntimos kkk). Joan entrega bons momentos, dando o ar de leveza ao filme.

Um típico filme de “Sessão da Tarde”, com orçamento barato ($16 milhões - sim, é uma quantia razoável para as produções cinematográficas americanas), não surpreende, até confunde e por vezes te deixa entediado com cenas desnecessárias. Mas, se não tiver nada para fazer, sua cidade estiver quente e você estiver a fim de se refrescar no ar condicionado do cinema, vale a pena assistir.

Até a próxima cineamigos! (Frazezinha clichê para encerrar fazendo jus ao filme).

CLAQUETES:

  de 5.

Por Raí Silva - Formação em Letras, Fotógrafo, Videomaker ecinéfolo sempre que dá.

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